quinta-feira, 29 de julho de 2010

O amor

De uma sensibilidade austera
É bonito, infinito, sorrisos
Mas sensível
Uma negação para um desejo qualquer
E ele vem
Mucho, graxo
O amor
Se depõe
Fica quieto
Inerte
Quer mudar tudo
Fazer diferente
Mas ele é dois
Dois corações
Dois “querer”
Dois “fazer”
Desejar
Sentir
É dois
E se recolhe
Sensível que és
Precisa do afago
Do embalo
Da palavra
Do outro
Precisa gastar
E viver
Bonito amor
Infinito amor
Viva o amor
Assim
Infinito que seja
Austero
Que embala
Dois amor
Assim.


Lili

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