quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Voar

A vida ensino
O tempo passa
As vezes a gente esquece porque veio

Porque levanta cedo
Porque mesmo to aqui

A vida ensina a gente a voar
A querer voar
A querer, estar lá

Longe de tudo
Longe daqui

Mas
Ainda estou aqui
No mesmo lugar
Sem saber o que é voar

Mas a vida ensina
E ensina a querer

A voar

E hoje eu acordei assim
Quero viver e voar
Quero deixar só de ouvir

Quero voar e viver

Quero sentir a força do vento
A força da vida

Quero arriscar
Arriscar a ser feliz
Arriscar a tentar

E é daqui e é agora que vou

Vou arriscar


Arriscando
E voando para
o ser feliz ser verdadeiramente.

E voar....

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Ás vezes me sinto assim meio invisível, aqui neste blog..."

Toc toc toc tem alguém aí?

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ººº
A felicidade é um estado de espírito é feita de cada pedacinho da sua vida, depois mesmo que estes pedacinhos venham espaçados em meio a tribulações, junte-os todos e só faça conta deles, os outros foram o aprendizado do caminho, ser feliz é decisão! Eu sou feliz e você? (--<{@)
ººº

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Perder



Perder me lembra que devemos cuidar.

Mas quando cuidamos adequadamente?

Quando é o necessário?

Um será sempre cada um, diferente, igual, assim, assado.

Perder alguém é como terminar um livro, como ter que guardar aquela pessoa somente em imagens, papel.


Perder é sempre ruim, por outro lado é a única certeza que temos na vida, um dia nascemos e que num outro qualquer, de repente, assim do nada, morreremos.

Aliás tem um lugar que ficaremos eternos.
Seremos eternos nos corações daqueles que cativamos durante nossa existência.
Sendo assim, cativemos, cativemos o mundo.
Meu querido Ronaldo, que Deus te guarde, e o receba de volta ao seu aconchego, estarás eterno nos nossos corações.

Eterno.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

É a GEOGRAFIA que me encanta ou eu que a levava sempre comigo?

Apaixonada pela EDUCAÇÃO, por EDUCAR.




Quem teve idéia de cortar o tempo em fatias
a que se de o nome de ano
foi um sujeito genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze mesmo dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação, etudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para frente tudo pode ser diferente.

Carlos Drummond de Andrade