Pessoas do meu Brasil varonil
Conforme postado anteriormente venho aqui falar do meu amigo cantor....
Mais e mais músicas novas... confiram aí nesse blog.
http://www.adrianno-sa.blogspot.com/
Breve nas paradas de sucesso meu grande e talentoso amigo.
Bjusssssssssssss!!!!
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
ººººººººººººººººººººººººººººººº
Assim
Tu me propões viver o presente
E eu te digo o que eu quero pra mim
Quero um você
Um você só pra mim
Um você assim
O presente passa logo
E as conseqüências ficam aqui no meu coração
Este que não sabe o que é não
Que não sabe o tempo que o presente tem
Só quer te ter
Só quer você
Um você pra mim
Assim!
Lili Marins
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Enquanto isso numa aula qualquer de Gramática...

A GRAMÁTICA E O TEMPO
SÃO OS MINUTOS LONGE DE TI
A GRAMÁTICA QUE NÃO ME ENTRA
SO CONSIGO CONJUGAR O VERBO TE AMAR.
A GRAMÁTICA QUE NÃO ME ENTRA
SO CONSIGO CONJUGAR O VERBO TE AMAR.
O TEMPO É DENSO
ME PARECE UMA DERIVAÇÃO IMPRÓPRIA
MAS O QUE É IMPRÓPRIO MESMO SÃO ESTES MINUTOS QUE ME RODEIAM
E A GRAMÁTICA QUE NÃO SE FAZ PRESENTE,
QUE NÃO SE IMPÕE
ME PARECE UMA DERIVAÇÃO IMPRÓPRIA
MAS O QUE É IMPRÓPRIO MESMO SÃO ESTES MINUTOS QUE ME RODEIAM
E A GRAMÁTICA QUE NÃO SE FAZ PRESENTE,
QUE NÃO SE IMPÕE
TE VER É TAMBÉM UMA VARIAÇÃO DO QUE SÓ QUERO PENSAR
E A GRAMÁTICA QUE NÃO VEM,
O TEMPO QUE NÃO SE VAI
VOCÊ QUE SE ENCONTRA LONGE
SÓ O VERBO AMAR
AQUI FICA
A ME ATENTAR.
E A GRAMÁTICA QUE NÃO VEM,
O TEMPO QUE NÃO SE VAI
VOCÊ QUE SE ENCONTRA LONGE
SÓ O VERBO AMAR
AQUI FICA
A ME ATENTAR.
Lili Marins
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
... Hoje
Hoje eu queria um abraço, um afago, um carinho, hoje eu queria um “meu bem”.
Eu queria um abraço, uma brincadeira, um programa a dois, um namoro no cinema, no portão.
Hoje eu queria uma canção.
Queria a brisa mansa da noite sobre nós dois, no final do sábado a saborear as estrelas, escondidas lá no céu.
Queria redescobrir o doce e encantador mistério das pequenas palavras ditas entre sussurros apaixonados.
Hoje eu queria simplesmente ouvir...
Eu queria um abraço, uma brincadeira, um programa a dois, um namoro no cinema, no portão.
Hoje eu queria uma canção.
Queria a brisa mansa da noite sobre nós dois, no final do sábado a saborear as estrelas, escondidas lá no céu.
Queria redescobrir o doce e encantador mistério das pequenas palavras ditas entre sussurros apaixonados.
Hoje eu queria simplesmente ouvir...
Eu te amo.
Texto de: Vilma Marins
O Paradoxo do nosso tempo
O Paradoxo do nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mais pavios mais curtos, auto-estrada mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mais tempo menos; nós compramos mais, mais desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mais menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mais menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicinas, mais menos saúde.
Multiplicamos nossas posses, mais reduzimos nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de nossos anos.
Escrevemos mais, mais aprendemos menos, Planejamos mais, mais realizamos menos. Aprendemos a correr contra o tempo, mais não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Temos mais comida, mais menos apaziguamento. Construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos comunicação.
Tivemos avanços na quantidade, mais não em qualidade.Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra nos lares, mas menos nutrição.
É um tempo em que há muito na vitrine e nada estoque; um tempo de levar-lhe estas palavras e você poder escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla
ººº
...O encontro...
Com quem será que ela estava tendo um caso?
Duas e cinco da manhã. Sem sono e com uma angústia que parecia fome, parecia tédio, parecia uma coceira de angústia bem no centro da sua existência, ela espremia com as mãos o chumaço de pêlos bem no meio das pernas, querendo extrair dali o caldo da sua chateação.
Se espremia irracional e preguiçosa, como um bicho, e foi aí que teve a idéia. Simples, absurdamente simples, de chamá-lo. Por que não?
Ele não falhava nunca. Estava sempre pronto, disposto, duro e certo. E o melhor: ele nunca a julgava.
Ela sim se julgava, e como. Era neurótica sempre e com tudo, mas nem por isso deixava de ser instintiva. E aí morava a graça e o segredo de sua personalidade cheia de riquezas e
esquisitices.
Pensava tudo isso sem pensar. Eram flashes de pseudopensamentos misturados ao filminho pseudopornográfico que ela já começava a formar em sua cabeça.
Cabelos puxados por punhos másculos e uma nuca exposta numa nudez explicitamente desintencional; olhares animalescos que se estranhavam ao ponto de a conversa continuar pontuada por mordidas e roçadas, como numa competição de natação, cabeças lançadas para cima e para baixo, num fôlego confuso entre o prazer de afundar e o prazer de sair à tona.
Línguas de fora, gritos abafados, gritos intencionalmente escandalosos, pernas muito abertas, movimentos de entra-e-sai. Pias de cozinha, de banheiro, carro, chão. Dominação de sexualidade num corpo perfeito de mulher, dominação de poder num corpo imperfeito de homem. Cada personagem tinha uma história, e ela sabia todas como uma voyer que, indo mais longe, não apenas espia, mas sente.
Ele chegou rápido e, dada a intimidade de anos, foi se enfiando sem muita cerimônia. Mas dada também à intimidade rotineira de anos, ela continuou fazendo uso da sua imaginação, cheia de canais quentes que eram zapeados segundo o seus desejos.
Ela controlava tudo e, apesar das loucuras barulhentas das suas fantasias, ninguém ouvia um só pio sair daquele quarto.
Era incrível a afinidade de ritmos entre os dois. Mais lento, insistente num mesmo ponto, preenchedor, delicado e muito mais rápido. As mudanças ocorriam no segundo certo e nunca, nunca, o prazer dela se decepcionava.
Cada personagem de seus devaneios eróticos alertavam para o grande momento, os movimentos eram mais intensos, as cores mais gritantes, os sons mais desesperados, as horas mais rápidas e infinitas.
Tombavam, finalmente, mortos pela batalha que se lutava para morrer. O esboço de sorriso cansado e cheio até a boca, era comum a ela e às suas criações, que iam sumindo na fumaça confusa da vida que retorna melhor depois da reencarnação nada religiosa.
Molhado, frouxo e deitado de lado, era chegada a hora da despedida.
E foi o que ela fez, limpando-o num pedaço à mostra de lençol e o devolvendo à sua função primária e óbvia de pai de todos.
Tatiane Bernardi
Revista Tpm
www.revistatpm.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)